sexta-feira, abril 16, 2021
Outros

    Conselho da Petrobras autoriza assembleia que votará troca de presidente

    Em Destaque

    Governo estima rombo de R$ 170,5 bi em 2022 e vê 11 anos de contas no vermelho

    No projeto que estabelece as diretrizes para o Orçamento de 2022, enviado ao Congresso nesta quinta-feira (15), o governo...

    Hering rejeita proposta de compra pela Arezzo

    A Hering decidiu, em reunião nesta quarta-feira, 14, negar a proposta feita pela Arezzo de combinar os negócios das...

    Magazine Luiza recebe aval do Cade para compra da Hub Prepaid

    O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou nesta quarta-feira a compra da Hub Prepaid pelo Magazine Luiza, sem...

    Por maioria, o Conselho de Administração da Petrobras decidiu aceitar durante a reunião desta terça-feira o pedido do governo federal para convocar uma assembleia de acionistas que poderá decidir pela retirada do atual presidente Roberto Castello Branco do conselho, e consequentemente, do cargo de presidente da companhia.

    Essa é a primeira etapa para a nomeação do general Joaquim Silva e Luna para o cargo, presidente da usina Itaipu.Ele deve deve ser indicado para ocupar o lugar de Castello Branco entre os sete conselheiros que a União tem direito

    Em nota, o Conselho de Administração informou que “continuará a zelar com rigor pelos padrões de governança da Petrobras, inclusive no que diz respeito às políticas de preços de produtos da companhia.”

    A mensagem também afirma que “os membros da Diretoria Executiva têm mandato vigente até o dia 20 de março de 2021 e contam com o apoio do Conselho.”

    O mandato de Roberto Castello Branco e da diretoria-executiva da companhia vence em março e os conselheiros (que são representantes da União e outros acionistas) já se haviam programado para decidir sobre a recondução ou não da liderança. No entanto, divergências entre o atual presidente da empresa e o presidente da República Jair Bolsonaro sobre a condução da política de preços da Petrobras levaram Bolsonaro a demitir o CEO da companhia.

    A decisão tem repercutido mal no mercado financeiro e entre analistas desde a última sexta-feira.

    Para ser presidente da Petrobras, o nomeado deve fazer parte do grupo de 11 conselheiros. Desses 11, o governo tem direito a nomear sete.

    No ofício do Ministério de Minas e Energia, o governo pediu a retirada do Roberto Castello Branco do grupo, a inclusão de Joaquim Silva e Luna e convocou, como todo acionista detentor de mais de 5% das ações tem direito, uma assembleia para a eleição do novo presidente. São os 11 que votam quem será o novo presidente nesta futura assembleia, mas como é majoritária, a União não tem como perder.

    Com a decisão da noite desta terça-feira, o caminho para a nomeação de Joaquim Silva e Luna fica mais fácil. Quando a assembleia em si estiver marcada, os sete conselheiros indicados pela União precisam votar conforme ordenado pelo governo. Caso contrário, o governo pode trocar todos os sete nomes e forçar ainda mais influência na empresa, com nomes mais alinhados.

    O estresse no ambiente político, econômico e empresarial foi tamanho que chegou a ser cogitada a possibilidade de o conselho tentar impedir a nomeação de Joaquim Silva e Luna.

    Fonte: Exame

    Serviços

    Últimas Notícias

    Bolsonaro promete a Biden zerar desmatamento ilegal até 2030

    Em busca de dinheiro dos Estados Unidos, o presidente Jair Bolsonaro enviou uma carta a seu homólogo Joe Biden...

    IPO da Blau atrai fundos globais e companhia vale R$ 7,2 bi na largada

    A Blau Farmacêutica acaba de precificar seu IPO a R$ 40,14 por ação, dando ao mercado mais uma alternativa...

    Veja outras matérias