quarta-feira, junho 23, 2021
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    De fone de ouvido a geladeira: Magalu vai reciclar lixo eletrônico

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    O Magazine Luiza vai começar um programa de reciclagem de eletrodomésticos e eletroeletrônicos. Ao todo, 500 lojas da rede devem ter pontos de coleta até o fim do ano. Nesses pontos de coleta, será possível descartar itens eletrônicos de todos os tamanhos, como fones de ouvido, secadores de cabelo e aparelhos de TV. Atualmente, a rede tem mais de 1.300 lojas espalhadas pelo país.

    A ação é fruto de uma parceria com a Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos (ABREE), que será responsável pela coleta e pelo destino do material a dez empresas já cadastradas.

    O descarte será feito da seguinte forma: nas estações de coleta, menores e projetadas para autonomia do consumidor, será possível descartar itens pequenos. Já para os maiores — como geladeiras, por exemplo — será necessário contatar um vendedor no local, que ficará responsável por encaminhar o equipamento à associação.

    Inicialmente, os coletores serão instalados na Grande São Paulo, em 33 lojas. Em seguida, estão Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Paraná — totalizando as 500 lojas até o fim de 2021.

    “A gestão dos resíduos é um tema crucial para o Magalu”, diz Ana Luiza Herzog, gerente corporativa de Reputação e Sustentabilidade da empresa, em comunicado. “Vamos aproveitar a capilaridade das nossas mais de 1 300 lojas físicas espalhadas pelo país e a força da nossa marca para impulsionar a conscientização para esse tema.”

    A ação faz sentido em um dos países que mais produz lixo eletrônico no mundo. Segundo informações do relatório The Global E-waste Monitor 2020 da ONU, o Brasil é o líder na América Latina em produção desse tipo de resíduo, com 1,5 toneladas e apenas 3% de reciclagem desse montante.

    Essa não é a primeira ação da empresa focada em sustentabilidade. No último ano, o Magalu anunciou a instalação de painéis solares para operar 214 lojas da rede. Na data do anúncio, a empresa divulgou que investiu mais de R$ 18 milhões nas usinas que devem fornecer energia para o novo contrato.

    Fonte: Exame

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