quinta-feira, setembro 23, 2021
Outros

    Índices de confiança do comércio e serviços atingem níveis superiores ao patamar pré-pandemia

    Em Destaque

    O avanço da vacinação tem levado os índices de confiança de serviços e comércio a atingirem níveis bem superiores ao patamar pré-pandemia, conforme divulgou o Instituto Brasileiro de Economia da FGV (FGV IBRE) nesta sexta-feira.

    O indicador de confiança do comércio subiu de 95,9 em junho para 101,0 pontos em julho, nível mais alto desde janeiro de 2019 (102,3 pontos). Já o indicador de serviços passou de 93,8 para 98 em julho. É o maior nível desde março de 2014 (98,3).

    Otimismo no curto e médio prazo

    Rodolpho Tobler, economista do FGV Ibre, destaca que o Índice de Confiança de Serviços (ICS) avançou pelo quarto mês consecutivo, superando o nível pré-pandemia e retornando a patamar mais alto desde 2014.

    O otimismo com relação aos próximos meses tem sido intenso entre as empresas, que esperam um aumento da demanda por serviços que foram preteridos durante à crise. Além disso, a baixa base de comparação a expectativa de controle da pandemia, ajudam a explicar o resultado.

    — O Índice de Expectativas voltou a ficar acima dos 100 pontos, sugerindo um certo otimismo com o curto e médio prazo. A aceleração do programa de vacinação, o recrudescimento da pandemia e continuidade na flexibilização de algumas medidas restritivas parecem estar influenciando positivamente no humor dos empresários do setor — avaliou Tobler.

    Melhora no ritmo de vendas

    Já a confiança do comércio voltou a acelerar no início do segundo semestre, segundo Tobler, economista do FGV Ibre.

    — Os empresários do setor continuam observando melhora no ritmo de vendas, e nesse mês, as expectativas com os próximos meses também voltaram a melhorar.

    O economista avalia, porém, que a manutenção dos resultados positivos no varejo depende do avanço no programa de vacinação e da melhora da confiança dos consumidores.

    O desemprego continua em patamar recorde e a seca deve provocar nova alta no preço dos alimentos, pressionando a inflação.

    — Um cenário que ainda contém riscos e que carece da recuperação do mercado de trabalho — avalia Rodolpho Tobler, que também é coordenador da Sondagem do Comércio do FGV Ibre.

    Fonte: O Globo

    Fusões e Aquisições

    Últimas Notícias

    Conheça a startup que vale 8,7 bilhões de dólares vendendo carros usados

    Não faz dois meses que a Kavak – unicórnio mexicano para compra e vendas de carros seminovos – veio...

    Sem conseguir vender ativos, Saraiva corre risco de ter falência decretada

    Sem conseguir vender ativos, como pontos de lojas e seu domínio na internet, para ganhar fôlego para pagar seus...

    Veja outras matérias