quinta-feira, março 4, 2021
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    Ministério da Economia publica lista de setores mais afetados pela pandemia; veja ranking

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    O governo publicou nesta terça-feira (15) no Diário Oficial da União, a lista dos setores da economia mais impactados pela pandemia de coronavírus.

    As atividades artísticas e de transporte aéreo lideram o ranking de atividades mais prejudicadas, seguidas por transporte ferroviário e metroferroviário de passageiros. Na sequência, aparecem os serviços de alojamento e de alimentação.

    Segundo a portaria, assinada pelo Secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos Alexandre da Costa, a lista “é destinada a orientar as agências financeiras oficiais de fomento, inclusive setoriais e regionais, acerca dos setores mais impactados pela crise ocasionada pelo Covid-19”.

    O ministério informou, em nota, que a lista visa auxiliar as agências no atendimento ao Programa Emergencial de Acesso a Crédito na modalidade de garantia (Peac-FGI), por meio da disponibilização de garantias via Fundo Garantidor para Investimentos (FGI).

    O programa criou um programa de crédito com linhas para microempreendedores individuais (MEIs), micro, pequenas e médias empresas.

    Confira o ranking das 34 atividades mais afetadas:

    1. atividades artísticas, criativas e de espetáculos
    2. transporte aéreo
    3. transporte ferroviário e metroferroviário de passageiros
    4. transporte interestadual e intermunicipal de passageiros
    5. transporte público urbano
    6. serviços de alojamento
    7. serviços de alimentação
    8. fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias
    9. fabricação de calçados e de artefatos de couro
    10. comércio de veículos, peças e motocicletas
    11. tecidos, artigos de armarinho, vestuário e calçados
    12. edição e edição integrada à impressão
    13. combustíveis e lubrificantes
    14. fabricação de outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores
    15. extração de petróleo e gás, inclusive as atividades de apoio
    16. confecção de artefatos do vestuário e acessórios
    17. comércio de artigos usados
    18. energia elétrica, gás natural e outras utilidades
    19. fabricação de produtos têxteis
    20. educação privada
    21. organizações associativas e outros serviços pessoais
    22. fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis
    23. impressão e reprodução de gravações
    24. telecomunicações
    25. aluguéis não-imobiliários e gestão de ativos de propriedade intelectual
    26. metalurgia
    27. transporte de cargas (exceto ferrovias)
    28. fabricação de produtos de borracha e de material plástico
    29. fabricação de máquinas e equipamentos, instalações e manutenções
    30. atividades de televisão, rádio, cinema e gravação/edição de som e imagem
    31. saúde privada
    32. fabricação de celulose, papel e produtos de papel
    33. fabricação de móveis e de produtos de indústrias diversas
    34. comércio de outros produtos em lojas especializadas

    Os dados do IBGE mostram que a atividades mais prejudicadas foram as direcionadas às famílias e que demandam maior mobilidade e contato físico, como as relacionadas a serviços, lazer, eventos e turismo, cuja demanda continua sendo afetada por restrições sanitárias ou medo de contaminação.

    Fonte: G1

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