sexta-feira, abril 16, 2021
Outros

    Nova York desenvolve o primeiro “passaporte covid” dos EUA

    Em Destaque

    Governo estima rombo de R$ 170,5 bi em 2022 e vê 11 anos de contas no vermelho

    No projeto que estabelece as diretrizes para o Orçamento de 2022, enviado ao Congresso nesta quinta-feira (15), o governo...

    Hering rejeita proposta de compra pela Arezzo

    A Hering decidiu, em reunião nesta quarta-feira, 14, negar a proposta feita pela Arezzo de combinar os negócios das...

    Magazine Luiza recebe aval do Cade para compra da Hub Prepaid

    O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou nesta quarta-feira a compra da Hub Prepaid pelo Magazine Luiza, sem...

    A cidade de Nova York encontrou uma alternativa tecnológica para ajudar no combate à covid-19. De acordo com informações do site USA Today, a partir de sexta-feira, as pessoas que vivem na cidade poderão baixar um aplicativo em que será possível comprovar tanto que foram vacinadas recentemente quanto que tiveram resultado negativo para os testes que detectam o coronavírus.

    Essa é a primeira certificação digital dos Estados Unidos direcionada ao combate à covid-19. Chamada de Excelsior Pass, é de uso voluntário (tanto de pessoas quanto de empresas), porém será requisitada em locais de grande circulação a partir do momento em que começar a funcionar — o exemplo mais claro, até o momento, é o do Madison Square Garden.

    O aplicativo está disponível tanto para usuários de Android quanto de iOS e é totalmente gratuito. O desenvolvimento foi custeado pelo governo de Andew Cuomo, como forma de recuperar os setores mais afetados pela pandemia.

    Como o app funciona?

    Ainda segundo as informações divulgadas, o Excelsior Pass deve funcionar de modo similar a um cartão de embarque de uma companhia aérea, em que as pessoas poderão comprovar o próprio estado de saúde utilizando um QR Code (ou incluindo o app na carteira digital do celular). 

    Basta baixá-lo, inserir nome, data de nascimento, código postal e responder a uma série de perguntas pessoais para confirmar a identidade. Os dados devem vir do registro de vacinas do estado, sendo também vinculados os dados de testes de várias empresas pré-aprovadas.

    Em relação à segurança, as autoridades estaduais reforçaram que o aplicativo desenvolvido pela IBM não armazena ou rastreia dados de saúde privados (por ser desenvolvido sob blockchain) e que a criptografia aplicada ajuda a proteger as informações dos cidadãos. 

    Esse é mais um esforço conduzido recentemente com foco nos chamados “passaporte covid”, que ganha notoriedade por partir do setor público. No setor privado, Walmart, AirFrance e Singapore Airlines têm iniciativas semelhantes, de fornecer comprovação acerca de vacinas.

    Desafios

    Apesar de ser uma ideia que está se popularizando, esses aplicativos ainda carregam alguns problemas, especialmente nos Estados Unidos, como aponta um relatório da consultoria eMarketer. De acordo com as informações apuradas por eles, é possível trazer dois questionamentos à tona: o primeiro se refere à discriminação de grupos já marginalizados — tendo em mente o fato que regiões de vulnerabilidade social receberam menos doses de vacinas do que outros condados.

    O segundo ponto está relacionado à privacidade: uma pesquisa conduzida pela Rock Health mostrou recentemente que apenas 23% dos cidadãos norte-americanos estavam dispostos a divulgar os próprios dados de saúde em plataformas digitais.

    Fonte: Exame

    Serviços

    Últimas Notícias

    Bolsonaro promete a Biden zerar desmatamento ilegal até 2030

    Em busca de dinheiro dos Estados Unidos, o presidente Jair Bolsonaro enviou uma carta a seu homólogo Joe Biden...

    IPO da Blau atrai fundos globais e companhia vale R$ 7,2 bi na largada

    A Blau Farmacêutica acaba de precificar seu IPO a R$ 40,14 por ação, dando ao mercado mais uma alternativa...

    Veja outras matérias