sábado, outubro 24, 2020
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    Novo momento da economia abre espaço para novas modalidades de investimentos

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    Os anos de 2005 a 2016 foram tempos marcantes – e que deixarão saudade para aqueles que investiam em renda fixa. A taxa Selic oscilando entre 19,75% e 14%, impulsionando todos os títulos públicos e CDBs, e até a tão desprezada poupança rendendo seus 0,7% ao mês, garantindo ganhos reais acima da inflação.

    O investidor padrão estava tranquilo, assim como os estrangeiros, que viam nas nossas taxas de juros, altíssimas para os padrões dos países desenvolvidos, a galinha dos ovos de ouro. Investimentos seguros e com bons rendimentos.

    Ninguém precisava se sujeitar ao sobe e desce da bolsa de valores, à checagem diária das cotações das ações nem ficar de olho nas novidades do mercado financeiro e da política nacional e internacional.

    O investidor médio podia ver seu patrimônio crescer substancialmente na renda fixa, com a segurança de que nada ruim aconteceria. Mas as tendências globais e a crise causada pela pandemia do novo coronavírus mudaram esse cenário radicalmente.

    Agora, com as taxas de juros a 2% ao ano, muitos foram obrigados a migrar da segurança dos títulos indexados à taxa básica de juros para aturar as agruras da bolsa de valores, com alta volatilidade e ações que podem cair vertiginosamente do dia para a noite.

    É evidente que o investidor mais cauteloso irá diversificar seus investimentos em uma carteira de ativos que não ofereça muitos riscos, diferentemente daqueles que pleiteiam obter ganhos substanciais nos chamados swing trades. Mas mesmo com ações sólidas e confiáveis, ao melhor estilo Luiz Barsi, é possível se dar mal (vide a derrocada causada pela crise deste ano).

    As principais ações do Ibovespa (IBOV), cuja oscilação dita se a Bolsa sobe ou desce no dia, despencaram de repente, desvalorizando a carteira de todos os que tinham algum aporte na B3 (B3SA3). Isso acendeu um alerta entre os investidores.

    Conformados com os baixos rendimentos, alguns deles decidiram permanecer com os títulos públicos, CDBs e afins. Outros optaram por não liquidar seus papéis, esperando uma retomada das ações.

    E ainda há um terceiro grupo, que aproveitou a súbita e vertical desvalorização das ações para então entrar no mercado de renda variável e usufruir da (quase) certeira alta do Ibovespa a médio/longo prazo.

    Contudo, nem todos têm sangue frio para assistir seu patrimônio se desvalorizar na casa dos 30% ou 40%, resignação para ver seus investimentos passarem a crescer irrisórios 2% ao ano, ou perfil arrojado para arriscar nos ativos da bolsa enquanto, aparentemente, os papéis estavam a “preço de banana”.

    Por isso, em meio à crise, modelos alternativos foram criados ou se popularizaram para atender àqueles que buscam boa rentabilidade e segurança ao mesmo tempo.

    Estes, então, acabam recorrendo a commodities em geral (como ouro, dólar, petróleo etc) ou então ao crédito privado, no qual se tem a possibilidade de investir em debêntures e ajudar empresas a financiar a aquisição de seus lotes, por exemplo.

    Esses modelos atendem bem às demandas do investidor padrão, mas há outros, como a aquisição de ativos tangíveis, como obras de arte. Também há aqueles um pouco mais ousados, que apostam nas criptomoedas, sobre as quais ainda pairam uma série de incertezas, inseguranças e preconceitos aqui no Brasil.

    O fato é que, em um país majoritariamente conservador, quando o assunto é dinheiro, propor novos modelos de investimentos pode ser desafiador.

    Mas o próprio cenário econômico e sanitário no qual nos encontramos é um desafio por si só, sem precedentes, e que, se efetivamente mudar nossa realidade após o “furacão passar”, pode fazer com que a aceitação de novas modalidades de investimentos não seja uma tarefa tão árdua como tem sido até então.

    Fonte: Money Times

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