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    Setor agro discute com Mourão e ministra desenvolvimento sustentável da Amazônia

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    Em videoconferência realizada na tarde desta segunda-feira, 27, com o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, e com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, entidades do Conselho do Agro, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e 27 federações estaduais de agricultura debateram uma “agenda positiva e conjunta” com o Conselho da Amazônia – presidido por Mourão – para ajudar a promover o desenvolvimento sustentável da região, aliando crescimento e preservação ambiental.

    De acordo com nota da CNA divulgada, discutiu-se como o setor agropecuário pode contribuir para o desenvolvimento sustentável da Amazônia e a imagem do Brasil no cenário internacional. Para o presidente da CNA, João Martins, três pontos são fundamentais para levar a estratégia à frente: regularização fundiária, logística e infraestrutura e assistência técnica e gerencial. “Esses seriam os vetores de transformação da Amazônia. A CNA entende que todos nós somos responsáveis por essa transformação e se alinha ao esforço do Conselho da Amazônia e se dispõe a participar da construção de uma agenda positiva”, disse Martins.

    Ainda segundo a nota da CNA, Mourão destacou que o governo tem quatro objetivos fundamentais: integridade do território, do patrimônio, democracia e paz social. Também expôs as ações do Executivo para implantar medidas estruturantes para a região, entre elas a regularização fundiária. “Se não dermos títulos de terra, os produtores não terão acesso a financiamentos nem assistência técnica”, alertou.

    Setor agro discute com Mourão e ministra desenvolvimento sustentável da Amazônia

    Publicado em 28/07/2020 13:58 24 exibições

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    Em videoconferência realizada na tarde desta segunda-feira, 27, com o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, e com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, entidades do Conselho do Agro, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e 27 federações estaduais de agricultura debateram uma “agenda positiva e conjunta” com o Conselho da Amazônia – presidido por Mourão – para ajudar a promover o desenvolvimento sustentável da região, aliando crescimento e preservação ambiental.

    De acordo com nota da CNA divulgada, discutiu-se como o setor agropecuário pode contribuir para o desenvolvimento sustentável da Amazônia e a imagem do Brasil no cenário internacional. Para o presidente da CNA, João Martins, três pontos são fundamentais para levar a estratégia à frente: regularização fundiária, logística e infraestrutura e assistência técnica e gerencial. “Esses seriam os vetores de transformação da Amazônia. A CNA entende que todos nós somos responsáveis por essa transformação e se alinha ao esforço do Conselho da Amazônia e se dispõe a participar da construção de uma agenda positiva”, disse Martins.

    Ainda segundo a nota da CNA, Mourão destacou que o governo tem quatro objetivos fundamentais: integridade do território, do patrimônio, democracia e paz social. Também expôs as ações do Executivo para implantar medidas estruturantes para a região, entre elas a regularização fundiária. “Se não dermos títulos de terra, os produtores não terão acesso a financiamentos nem assistência técnica”, alertou.

    Mourão defendeu, também, a melhoria da infraestrutura com a utilização maior das hidrovias para escoamento da produção de grãos vinda do Centro-Oeste e a melhoria dos portos da Região Norte, além de maior integração tecnológica e energética e da reforma administrativa a fim de dispor de mais pessoas para as ações voltadas para a região.

    Já Tereza Cristina relatou que seu ministério tem participado ativamente do Conselho da Amazônia para discutir ações integradas e afirmou que o Brasil “dará as respostas necessárias ao mundo e a todos que têm interesse na Amazônia”. Também reforçou a importância da Assistência Técnica e Gerencial, principalmente para os pequenos produtores.

    Também participante da videoconferência, o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, propôs a participação das cooperativas financeiras como mais um agente de distribuição de recursos de fontes como o Fundo Constitucional de Financiamento da Região Norte (FNO) para alavancar o cooperativismo.

    Estadão Conteúdo

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