domingo, fevereiro 28, 2021
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    UE deixa de reconhecer Guaidó como presidente interino da Venezuela

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    A União Europeia deixou de reconhecer Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela, como vinha fazendo desde 2019.

    Segundo comunicado dos países da UE nesta segunda-feira, 25, após reunião de ministros do bloco, Guaidó será considerado um “interlocutor privilegiado”, mas não mais presidente interino da Venezuela.

    No dia 6 de janeiro, os 27 países do bloco europeu já haviam dito que não poderiam mais reconhecer Guaidó legalmente depois de ele perder a posição de líder do Parlamento na esteira da nova composição do Legislativo venezuelano após as eleições em dezembro — apesar de a UE não ter reconhecido essa votação na Venezuela.

    Guaidó foi reconhecido como presidente interino por uma série de países no mundo em 2019, após uma tentativa de tirar o poder do presidente Nicolás Maduro. Ele ainda tem o status de interino no Brasil, Estados Unidos e Reino Unido.

    “A UE repete seu clamor […] pela liberdade e segurança de todos os oponentes políticos, em particular representantes dos partidos de oposição eleitos para a Assembleia Nacional de 2015, e especialmente Juan Guaidó”, disse o comunicado, após a reunião de ministros em Bruxelas. “A UE os considera elementos importantes e interlocutores privilegiados”.

    A condição de presidente interino dá a Guaidó acesso a fundos confiscados de Maduro por governos ocidentais, a autoridades de primeiro escalão e a apoio a seu movimento pró-democracia em casa e no exterior.

    A decisão dos membros da UE vem mesmo após uma resolução da semana passada do Parlamento Europeu, que determinava que governos do bloco mantivessem a posição de Guaidó como chefe de Estado.

    No poder desde 2013, Maduro foi reeleito em 2018 em uma eleição questionada. Guaidó, que era o chefe do Parlamento na ocasião, passou a liderar a oposição de forma mais abrangente e passaria a ser visto como presidente interino. O Parlamento eleito em 2015 na Venezuela era controlado pela oposição, enquanto os eleitos para a Assembleia em 2020 são majoritariamente aliados de Maduro, após eleições que foram amplamente questionadas.

    Fonte: Exame

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