segunda-feira, janeiro 18, 2021
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    Lojistas prometem guerra judicial contra shoppings por redução de aluguel

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    A retomada das vendas no comércio ficou para trás. Nesta Black Friday, o que se viu foram ofertas pouco atraentes para os consumidores e perda de faturamento para muitos lojistas do varejo físico. Passado o evento promocional, algo tem deixado os empresários que atuam em shopping centers aflitos. Insatisfeita com as novas taxas de aluguel e de condomínio sugeridas por alguns complexos comerciais, a Associação Brasileira de Lojistas Satélites, a Ablos, prometeu uma guerra judicial contra vários administradores de shopping centers. O motivo é a alta do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M). Segundo Tito Bessa Jr., presidente da Ablos e fundador da rede de lojas TNG, alguns espaços estão solicitando um reajuste na casa de 25%. “Os shoppings estão com um fluxo de clientes 40% menor. Em vez de dar descontos, eles estão querendo um reajuste que às vezes passa de 20%, chegando a 25% em alguns casos. Vamos resolver isso na Justiça”, ameaça. “É impossível pagar isso. Os lojistas já estão ‘anêmicos’, o que eles querem tirar a mais de nós?”

    No mercado imobiliário, há um movimento de troca do indexador de aluguel. Ao invés de calcular a taxa pelo IGP-M, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é adotado. A entidade tem pedido que administradores de shopping centers também adotem essa postura. “Estamos enviando uma carta aos shoppings solicitando isso como solução. Não seria o melhor do mundo para nós ou para eles, mas seria uma solução plausível”. A proposta da Ablos é que o IPCA substitua o IGP-M pelo período de 12 meses. A partir daí, a depender da evolução ou não do IGP-M, o modelo antigo poderia voltar a ser adotado. “Ninguém está pedindo alteração de contrato para sempre, é só pelos próximos 12 meses. As administradoras imobiliárias estão começando a entender que o cálculo pelo IGP-M é insustentável. Falta os administradores de shoppings entender”, diz. “Quem não quiser entender, vai brigar na Justiça”. A reportagem entrou em contato com a Associação Brasileira de Shopping Centers, a Abrasce, mas não obteve retorno até o momento desta publicação.

    Fonte: Veja

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