sábado, dezembro 4, 2021
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    Nos EUA, Guedes fala em aprovar reformas neste ano e pede que estrangeiros invistam no país

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    O ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu nesta quarta-feira (13) que empresários estrangeiros tragam suas empresas para o Brasil no cenário pós-pandemia e citou o desejo de aprovar, ainda em 2021, a reforma tributária — que baixaria tributos corporativos.

    Guedes, que está nos Estados Unidos para reuniões do Fundo Monetário Internacional (FMI) e de ministros de Finanças do G20, participou de uma videoconferência da entidade norte-americana Atlantic Council.

    “Minha palavra é: acreditem no Brasil. Especialmente neste momento de decisão, pós-pandemia, quando muitas companhias estão mudando sua localização, saindo da China, indo para América do Sul. Pensem no Brasil, estamos reduzindo taxas corporativas, barreiras ao comércio, abrindo a economia, simplificando o processo de abertura de empresas no Brasil”, declarou.

    A reforma tributária citada por Guedes propõe reduzir a tributação sobre as empresas e, ao mesmo tempo, retomar a taxação de lucros e dividendos distribuídos a pessoas físicas.

    Além da reforma tributária, o ministro da Economia disse acreditar que também serão aprovadas até dezembro a reforma administrativa e as privatizações dos Correios e da Eletrobras.

    Paulo Guedes também pediu que os empresários tenham confiança nas instituições brasileiras.

    “As vezes um aqui, outro ali, pode ser o presidente, pode ser um congressista, pode ser um ministro da suprema corte. Em algum momento, alguém está fazendo muito barulho. mas o importante são as instituições. as instituições funcionam. o brasil é uma democracia vibrante, votamos a cada dois anos, estivemos duas vezes na hiperinflação. nossas instituições funcionam, as eleições acontecerão”, disse.

    O ministro da Economia disse ainda que o Brasil crescerá 5,3% em 2021 e acima de 2% em 2022, apesar de as projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) indicarem uma expansão de 1,5% no próximo ano. Ele lembrou que a instituição errou no ano passado, ao prever um tombo de mais de 9% para a economia brasileira, quando o PIB recuou 4,1%.

    Fonte: G1

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