quinta-feira, setembro 23, 2021
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    Programa busca startups contra mudanças climáticas para conferência da ONU

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    Na novela do combate às mudanças climáticas, as startups têm papel fundamental. Para além dos países e grandes companhias como protagonistas na tomada de decisões que impactam o clima, as pequenas empresas de base tecnológica também atuam, nos bastidores, para mitigar impactos severos do aquecimento global. É em busca dessas startups que está o CivTech Alliance COP26 Global Scale-Up Programme, iniciativa que vai selecionar 20 empresas para a Conferência do Clima da ONU que acontece em Glasgow, Escócia.

    A iniciativa está sendo organizada por 11 entidades públicas e privadas de dez países, entre elas a InvestSP, agência de promoção de investimentos do estado de São Paulo, o IdeiaGov, hub de inovação aberta do governo do estado de São Paulo e o BrazilLAB, primeiro hub govtech do Brasil dedicado a fomentar a cultura da inovação no setor público.

    O objetivo do programa é selecionar scale-ups —  startups de crescimento acelerado e em fase de escala — da América do Sul e do Norte, Europa e Austrália, que tenham soluções para resolver três grandes desafios da agenda climática:

    • resiliência ambiental
    • desperdício de alimentos
    • redução das emissões e descarbonização na rede de transportes

    Depois de uma seleção regional, as scale-ups escolhidas passarão por uma aceleração global que vai incluir todos os países envolvidos no desafio e seus governos e investidores. As selecionadas também terão a oportunidade de se apresentar na COP26, Conferência Climática da Organização das Nações Unidas, que acontece em novembro deste ano. As inscrições podem ser feitas até o dia 25 de julho, pelo site.

    Para Guilherme Dominguez, CEO do BrazilLAB, um dos organizadores do CiviTech, o programa representa uma oportunidade única para as startups brasileiras. “O BrazilLAB sempre teve uma visão internacional, com o objetivo de conectar o Brasil aos principais ecossistemas do mundo. E esse programa é fruto de uma rede que está muito alinhada a esse propósito”, diz.

    Fonte: Exame

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