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Como empresas do Sistema B estão ajudando a revolucionar a indústria de alimentos no Brasil

Raízs, Paraíso Verde e Nuu são algumas das companhias comprometidas em construir um mundo melhor para a sociedade e o planeta

Fundada em 2006, a ONG B Lab, que opera nos Estados Unidos e Canadá, deu um grande passo em 2011 ao lançar o Sistema B International. Esta organização destaca empresas dedicadas à construção de um mundo melhor para a sociedade e o planeta.

Atualmente, abrange mais de 5.000 empresas de mais de 150 setores em 79 países. O movimento parte do princípio de que não há um “planeta B” e que todas as empresas devem agir para evitar o agravamento das mudanças climáticas, por meio de políticas ambientais e sociais.

No Brasil, o movimento está presente há 11 anos e já conta com 306 empresas em sua rede global, incluindo nomes conhecidos como Natura, Arezzo e a vinícola Concha y Toro. Estas empresas geram uma receita anual de R$ 109 bilhões e empregam mais de 34.000 pessoas.

O Sistema B propõe substituir a máxima “lucro acima de tudo” por “lucro com impactos socioambientais positivos”. O desafio é sensibilizar e identificar empresas dispostas a integrar um ecossistema alinhado com essa visão, favorecendo uma economia inclusiva, equitativa e regenerativa, comprometida com altos padrões de gestão e transparência.

Dada a urgência das mudanças climáticas, evidenciada pela última COP, é crucial garantir que o aquecimento global não ultrapasse 1,5ºC e buscar a neutralidade global de carbono. Isso requer a redução das emissões de poluentes em relação ao que é retirado da atmosfera, envolvendo medidas como a eliminação do uso de carvão como combustível, a adoção de veículos elétricos, o combate ao desmatamento e o investimento em energias renováveis.

A Nuu, uma das dezessete empresas brasileiras do setor de alimentos classificadas como empresa B, é um exemplo. Fundada em 2016, destaca-se por produzir pão de queijo e outros produtos, priorizando a contratação de mulheres (70% da força de trabalho) e demonstrando preocupação com o impacto positivo em toda a cadeia de abastecimento.

Outras empresas como Raízs e Paraíso Verde também fazem parte desse movimento. A Raízs incentiva a agricultura orgânica, agroecológica e a produção artesanal brasileira, remunerando mais de 900 famílias de produtores. Já a Paraíso Verde, que produz óleo de coco na Bahia, adota um processo manual e sustentável, desidratando o produto em baixa temperatura com a própria casca, resultando em um dos óleos de coco mais puros e sustentáveis conhecidos.

Fonte: Exame

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