sábado, dezembro 5, 2020
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    Mercado Livre admite ter interesse na compra dos Correios

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    A empresa argentina de tecnologia Mercado Livre, que fez do Brasil sua maior fonte de receitas, está interessada na compra dos Correios. Foi o que admitiu, em entrevista à revista IstoÉ Dinheiro, Stelleo Tolda, presidente da companhia para a América Latina.

    “Queremos, sim, estar na mesa de negociações na privatização dos Correios, quando as regras estiverem definidas. O Mercado Livre, apesar de ter diminuído o percentual de 90% para 20% nos últimos anos, ainda é o principal cliente de encomendas dos Correios, com base nos números de 2019. Não vamos liderar nenhum consórcio, mas nosso volume é uma garantia de que vamos continuar trabalhando com os Correios, algo que vai interessar a qualquer comprador possível”, afirmou.

    Apenas no terceiro trimestre (julho a setembro), a empresa registrou um salto de 117,1% nas vendas na comparação com o mesmo período de 2019, superando US$ 5,9 bilhões em apenas três meses. Com isso, a receita líquida alcançou US$ 1,1 bilhão, alta de 148,5% na moeda brasileira. Na reportagem, Stelleo Tolda diz que nunca havia visto um crescimento tão forte num período tão curto de tempo.

    No acumulado de janeiro a setembro, as vendas no site chegaram a US$ 14,3 bilhões, alta de 41,5% sobre os US$ 10,1 bilhões dos nove primeiros meses de 2019. Sozinha, a companhia possui uma base de 76,1 milhões de usuários únicos ativos, quase o dobro de todo e-commerce brasileiro, comparativamente. Essa multidão de clientes, registrada no fim de setembro, corresponde a um crescimento de 92,2% no confronto ao total contabilizado em 2019.

    O ministro das Comunicações, Fábio Faria, entregou em setembro à Presidência da República o projeto de lei (PL) que cria as condições para a privatização dos Correios. De acordo com ele, o texto final deve ser encaminhado ao Congresso no ano que vem e a expectativa é que seja aprovado até o final de 2021, para que seja iniciado o processo de venda da empresa à iniciativa privada.

    Fonte: Mercado e Consumo

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